Envia um e-mail pra Prefeitura, porque três anos é demais!

Quem você vai pressionar (2 alvos)
    Como funciona?
    1. Estamos conectando com o alvo da vez...
    2. Assim que alguém atender do lado de lá, vamos te ligar
    3. Quando você atender, conectamos as ligações
    4. Agora é com você, hora de pressionar!

    0
    pressões feitas

    Em 6 de julho de 2013, um curto-circuito incendiou o Mercado Público de Porto Alegre.

    Esse acidente trouxe prejuízos aos comerciantes e transformou um dos principais pontos turísticos da Capital num canteiro de obras.

    Apesar da prefeitura ter recebido quase R$26 milhões para a restauração do Mercado, a obra ainda não terminou, mesmo três anos após o incêndio.

    A previsão de finalização já foi alterada diversas vezes: janeiro de 2015, até o fim de 2015, primeiro semestre de 2016… O segundo andar já está prontinho há meses, falta só a instalação de um reservatório d'água e duas escadas, mas a prefeitura diz que não tem dinheiro.

    Com a tua pressão, vamos mostrar para o prefeito e para o coordenador do Mercado que queremos o Mercado Público 100% aberto. Chama as tuas amigas e amigos e vem defender o cartão postal da nossa cidade!


    A RESPOSTA

    Recentemente, o coordenador do Mercado Público respondeu a um de nossos emails de pressão. Ele explicou que que a cobertura e parte elétrica sinistrada do segundo piso estão concluídas desde o fim do ano passado e que a reabertura do segundo andar depende da instalação das escadas e do reservatório interno. Nenhum prazo foi dado.

    A atitude do coordenador em responder o email é louvável, mas faltou o mais importante: a garantia de que o Mercado Público será entregue em breve aos porto-alegrenses. Até lá, vamos continuar pressionado!




    “Prezada Sra. Heloisa.

    Primeiramente é ótimo receber manifestações como a sua. Demonstram que há pessoas também preocupadas e interessadas no Mercado Público, um lugar de passeio, compras, tradição e cultura.

    Permita-me atualizar algumas informações. No final do ano passado, as obras da cobertura (telhados, brizes, lojas, etc) e a parte elétrica sinistrada foi concluída. Desde o final do mês de novembro, não há mais as lonas pretas (utilizadas para garantir que o primeiro piso não sofresse a influência de chuva, poeira da construção e outros possíveis danos.

    Desde que o mercado foi reaberto, cerca de 40 dias após o incêndio, o primeiro piso onde estão localizadas as lojas, está em funcionamento pleno.

    O segundo piso permanece isolado, pois há necessidade de construção de dois equipamentos, que nos mais de 140 anos de Mercado nunca existiram. A atual lei do Plano de Prevenção de Incêndio, exige um reservatório interno (atualmente há um provisório externo, que garante o funcionamento do Mercado) e mais duas escadas metálicas internas. Mesmo assim, os restaurantes que tiveram interesse, estão instalados no primeiro piso, em pleno funcionamento.

    Desde Abril de 2016 estou nesta Coordenação. TODAS as informações solicitadas por órgãos públicos, imprensa, simpatizantes favoráveis e desfavoráveis, são repassadas, a fim de atender aos justos e necessários princípios da TRANSPARÊNCIA e RESPONSABILIDADE PÚBLICA.

    Se for do seu interesse, convido-a a fazer uma visita nesta Coordenação a fim de que possa esclarecer todas as suas dúvidas, pois precisamos que todos saibam o que já foi realizado, o que ainda precisa acontecer, quais os desafios a serem vencidos. Mais uma vez, agradeço a sua correspondência e fico à disposição."

    Carlos Bernardoni Gonçalves, coordenador de próprios municipais da SMIC
    3289 4800  /  9232 3107

    9/jan/2017









    No dia 6 de julho de 2013 um curto-circuito causou um incêndio no Mercado Público de Porto Alegre. Na área atingida havia oito restaurantes, o Memorial do Mercado, um auditório, banheiros e salas como a da Associação do Comércio do Mercado Público Central e do projeto Monumenta.

    Para a reestruturação do Mercado, o governo federal autorizou R$ 19,5 milhões provenientes do PAC Cidades Históricas, mas o custo total da obra foi recalculado, passando para cerca de R$ 26 milhões. A prefeitura então obteve a liberação de R$ 6 milhões referentes ao seguro do prédio para complementar o orçamento necessário.

    Três anos (e muitos prazos) depois, a prefeitura reclama que não tem os R$ 2 milhões necessários para finalizar a obra.


    O restauro estaria pronto e contaria com melhorias como laje de concreto, forro com estruturas metálicas, impermeabilização dos pisos e corredor, preservando a identidade histórica dos ladrilhos. Já o telhado ficaria pronto em fevereiro de 2015.





    O vice-prefeito Sebastião Melo garantiu entregar o andar superior do prédio histórico aos frequentadores  e os estabelecimentos do andar de cima se espremeram no andar de baixo aguardando a liberação. As obras de alvenaria e cobertura estariam prontas.






    O Mercado não só estaria pronto e aberto, como seria melhorado: subestação de energia elétrica, novo sistema hidrossanitário e também de refrigeração. A última promessa era que o telhado ficaria pronto em agosto de 2016. Precisamos pressionar para que isso ocorra de fato. 





    Teve uma ideia pra esta mobilização? Quer participar das nossas ações pelo Mercado Público? Então te inscreve aí do lado. ;)

    Vem conosco nas ações pelo Mercado 100%!

    0 mobilizad@s por um Mercado 100%

    Por que a Minha Porto Alegre entrou nessa mobilização?

    A Rede Minha Porto Alegre é formada por porto-alegrenses, de coração ou de certidão, que confiam no poder da participação para construir a cidade que queremos e precisamos. Nós acreditamos que uma cidade melhor começa com cidadã@s mais ativ@s, conectad@s e engajad@s.

    Por isso entramos nesta luta por um Mercado Público todinho aberto para nós. Queremos que o cartão postal mais querido da cidade receba a atenção que merece, e que os gestores cumpram as promessas que fazem sobre ele. 

    Fazemos parte da Rede Nossas Cidades, que envolve mais nove municípios brasileiros, e seguimos princípios como o apartidarismo e a independência.